segunda-feira, 28 de julho de 2014

História da máscara



Esse adereço usado para enfeitar ou esconder o rosto permanece na humanidade há muitos e muitos séculos. Cada civilização utiliza esses acessórios, desde a antiguidade, por razões diferentes, de acordo com seus costumes e religiões.


Na Grécia Antiga, por exemplo, os atores a colocavam para manifestar expressões de alegria, tristeza ou raiva. O objeto acompanhou o surgimento do teatro e marcou as manifestações culturais para sempre.


Em Veneza, a máscara simbolizava sempre felicidade. Feito de pluma, penas e brilhos, o acessório cobria somente a região dos olhos e dava um ar de requinte para as festas da realeza.


Na África, o adereço é bem mais simples. É tradição local produzir máscaras grandes, que ocupem o rosto todo, de madeira ou barro.


E no Brasil, os acessórios são mais usadas nos dias de Carnaval e em festas à fantasia, mas os índios da região do Amazonas a utilizam em suas cerimônias de casamento, nascimento ou morte. Os temas escolhidos, quase sempre, são animais como pássaros ou insetos.

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