sábado, 30 de junho de 2012

Isabelle Drummond é a nora que toda sogra pediu a Deus


Rio -  Bonita, talentosa, religiosa e ligada à família. Isabelle Drummond é o tipo que toda sogra quer como nora. A menina que, aos 6 anos, cativou o público como a boneca Emília, do ‘Sítio do Picapau Amarelo’, e que hoje, aos 18, atrai os olhares masculinos no papel da empreguete Cida, em ‘Cheias de Charme’, confessa que casamento é mesmo o seu sonho. “Quero me casar, não sei se da maneira tradicional, com véu e grinalda, e ter cinco filhos. Ou pelo menos três. Quero adotar também. Não sei se vou realizar meu sonho dessa forma, mas acho muito fofo ter uma família grande, a casa cheia. É o máximo”, diz.

>>> FOTOGALERIA: Isabelle rouba a cena na TV 

Solteira, a atriz ainda está em busca do parceiro para trocar alianças e formar uma família. Por ser muito jovem, ela não tem pressa, mas já pensou no perfil do marido que considera ideal para sua vida. “Ele tem que gostar de criança, ser respeitoso, carinhoso, ter atitude e ser compreensivo”, enumera.
Isabelle é um dos destaques da novela 'Cheias de Charme' | Foto: João Laet / Agência O Dia
Isabelle é um dos destaques da novela 'Cheias de Charme' | Foto: João Laet / Agência O Dia
Se na novela das sete Cida é disputada por três bonitões — Conrado (Jonatas Faro), Elano (Humberto Carrão) e Rodinei (Jayme Matarazzo Filho) —, na vida real a atriz jura que não passou pela mesma situação: “Nunca vivi uma história dessas”. Aliás, quando o assunto é namoro, ela tenta não chamar a atenção. “Sou discreta. Gosto de chegar silenciosamente”, conta.

Com o sucesso da novela das sete, porém, Isabelle não tem como passar em branco. Todos estão de olho nas formas da menina que virou mulher, com 50kg e 1,67m de altura, mantidos à base de malhação em academia e corridas na praia. “O assédio aumentou. Mas é mais complicado para os famosos se relacionarem, tanto para arranjar namorado como para ter amigos. As pessoas têm um certo medo de se aproximar, porque não te conhecem. Acho que rola um pré-julgamento, um preconceito”, acredita.

'Sou uma romântica realista', diz atriz

Apesar de batalhar pelo que quer, a atriz não se vê tão sonhadora e ingênua como Cida. “Sou uma romântica realista. Se é que isso é possível! Tento encontrar o equilíbrio, ter momento romântico e, ao mesmo tempo, manter os pés no chão. Não é nada fácil, mas acho bacana quando se consegue isso. Talvez eu seja mais realista do que romântica”, resume, bem-humorada.

Tímida, Isabelle teve vergonha de fazer as primeiras cenas de Cida com figurino sensual e dançando com as outras duas empreguetes, Rosário (Leandra Leal) e Penha (Taís Araújo). Mas a dificuldade inicial foi superada com dedicação aos ensaios, além das aulas de canto e dança. “Sou tímida mesmo, mas a dança ajudou a me desenvolver nesse aspecto, me deixou mais solta”, conta ela, que se surpreendeu com o sucesso do clipe ‘Vida de Empreguete’, com mais de 10 milhões de acessos na Internet: “Sabia que seria bacana, mas superou as expectativas. Foi divertido”.
Atriz tem roubado a cena na trama das sete | Foto: Divulgação
Atriz tem roubado a cena na trama das sete | Foto: Divulgação
Evangélica, a atriz frequenta os cultos da igreja Presbiteriana. Da religião ela tira forças para enfrentar as adversidades, como a morte do pai, Fernando Luiz Drummond Xavier, assassinado durante um assalto em 2007. “A religião é uma coisa que me dá paz, ter fé me ajuda a superar os obstáculos, a ter esperança”, diz a jovem, que mora com a mãe, Damir, 46, e a irmã mais velha, Maíra, 20. “Tenho uma família equilibrada, ela é meu chão”.

Quando está de folga, Isabelle gosta de reunir as amigas em torno do fogão para inventar receitas. “Adoro cozinhar”, revela. Já o serviço doméstico é seu ponto fraco. “Não gosto de passar pano. Mas arrumo o meu quarto. E, se não tiver ninguém em casa, lavo a louça. É uma terapia”, brinca. 

A menininha que cresceu na TV
O público está acompanhando o crescimento de Isabelle Drummond na TV. Sua primeira aparição foi em 2000, aos 6 anos, numa pequena participação em ‘Laços de Família’. No mesmo ano, estreou no cinema em ‘Xuxa Popstar’.  Em 2001, emendou dois trabalhos: a minissérie ‘Os Maias’, em que fez a Rosicler, filha de Ana Paula Arósio, e o seriado infantil ‘Sítio do Picapau Amarelo’, vivendo por seis anos a boneca Emília. 
“Acho bacana que as pessoas torçam pelo meu trabalho e vejam o meu crescimento. Meus personagens foram acompanhando a minha idade”, diz a atriz, que atuou ainda nas novelas ‘Eterna Magia’ e ‘Cordel Encantado’. Em ‘Caras e Bocas’, viveu Bianca, que lançou bordões como “É a treva!”.  “Fiquei satisfeita com as oportunidades que tive. Não me preocupo com o que ainda vou fazer”, garante.

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