quarta-feira, 30 de julho de 2014

Suas sextas vão ficar mais animadas !

 A partir do dia 08/08 o Blog ganha um novo quadro que será publicado todas as sextas. Nele você vai poder acompanhar as mais lindas histórias contadas que um jeito que só a Dona Benta sabe fazer, aguarde !

História do pião











É uma das brincadeiras mais antigas do mundo e existem exemplos feitos de argila há mais de 4 mil anos. Atualmente, é feito de madeira, em formato de pera, com a pontinha de metal.


O legal da brincadeira é deixá-lo girar o maior tempo possível. Para isso, é preciso enrolar um barbante ou corda em toda a sua volta e depois puxá-lo com rapidez e de uma vez só.Ele deve ficar equilibrado na ponta de ferro e girar bem rápido.


Existem diversas formas de brincar. Uma delas consiste em todos os participantes girarem os piões no mesmo instante. Vence quem deixar o seu rodopiando por mais tempo.


Outra é desenhar dois círculos no chão, um grande e um pequeno dentro dele. Todos os piões são colocados para girar dentro da roda menor e perde o desafio quem deixar o seu sair da maior.


Existem competições pelo mundo todo. Os jogadores mais habilidosos conseguem fazer inúmeros movimentos com os piões: girar na palma da mão, colocá-lo para “dançar” de um lado para o outro da mesa ou lançar no ar e cair girando no chão.


A brincadeira até já ganhou homenagem de dois grandes compositores brasileiros e virou músicas na voz de Dorival Caymmi e Dominguinhos.

Emilia começa a escrever suas memorias

Pedrinho e Narizinho brincam e depois vão ver TV ,enquanto isso Emília conversa com Dona Benta e resolve contar suas memorias. Rabicó vê uma leitoa e se apaixona. Emília faz o Visconde escrever suas memorias, a boneca demora para começar mas com a ajuda do sábio ela consegue. Dona Benta e Tio Barnabé vão à tucanos e escutam um barulho no carro, eles param e um homem aparece se apresentando como Mário, ele concerta o carro e Dona Benta o convida para ir no sitio. Visconde começa a escrever a historia do anjinho de asa quebrada , ele lembra que o Capitão Gancho sequestrou Narizinho para conseguir Flor das Alturas e faze-lo uma estrela do cinema. O pirata conseguiu vencer Pedrinho e Peter Pan mas alguém aparece para salva-los: O marinheiro Popó.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Blog no Face !












 A página do blog no FaceBook está de volta à ativa, e com cara nova. Você viu?
https://www.facebook.com/pages/A-reinação-de-Lobato/

Visconde Responde – Como é que a gente não cai da Terra?


Terra está localizada no universo e é um dos oitos planetas do sistema solar. Ela é redonda, então, como é que a gente não cai no espaço? Essa foi a pergunta que Camily Aparecida fez para o Visconde.

O sabugo de milho leu alguns livros e nos contou que não caímos porque existe a gravidade. A gravidade é uma força que puxa os objetos e as pessoas para o centro da Terra e com isso não ficamos flutuando pelo espaço.


É muito fácil perceber essa força. Jogue uma bolinha de tênis para cima e você vai ver que ela irá cair no chão. Isso acontece porque a gravidade está puxando o objeto para baixo. Os rios e os oceanos também ficam presos na Terra porque a mesma força acontece com eles.
Super legal, não é? Se você tiver alguma dúvida é só perguntar, que o Visconde responde!

A pescaria



- E a isca? – indagou depois.
- Isca é o de menos, menina. Qualquer gafanhotinho seve.
Salta daqui, salta dali, Narizinho conseguiu apanhar um gafanhotinho verde. Espetou-o no anzol. Depois arrumou a boneca à beira d’água, muito tesa, com uma pedra no colo para não cair.
- Agora, Emília bico calado! Nem um pio, senão espanta os peixes. Logo que um deles beliscar – zuct! – dê um puxão na linha.
E, deixando-a ali, for ter com a preta.
-Você me frita para o jantar o peixinho da Emília, Nastácia, frita?
-Frito sim! Frito até no dedo!…
-Não caçoe, Nastácia! Emília é uma danada. Ninguém imagina de quanta coisa ela é capaz.
Trecho extraído do livro “A pescaria”, Coleção Pirlimpimpim, Editora Globo.

Tia Nastácia volta para casa

 Emília tira três carreteis de dentro da canastra que a turma usa para marcar o caminho e não se perder dentro do labirinto. A peça de Sófocles começa. Saci não consegue a ajuda do Tio Barnabé para fazer a Cuca voltar ao normal então ele vai até a gruta e fuça os livros de bruxaria da prima até encontrar uma poção que resolva o problema. Em Creta, Emília, Pedrinho e Visconde encontram o Minotauro. As crianças conseguem passar sem serem percebidas pelo monstro e chegam até a cozinha aonde Tia Nastácia fritava bolinhos, juntos novamente eles usam o pó de pirlimpimpim para chegar no século de Péricles. Saci serve o chá mágico para a Cuca que volta a ser malvada. Antes de partir, Tia Nastácia serve seus bolinhos aos amigos sábios de Dona Benta. Já no sítio Tio Barnabé, Quindim, Conselheiro e Rabicó ficam feliz ao reencontrarem a amiga.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Agosto trás novidades

 O mês de Julho está acabando, e com isso Agosto fica cada vez mais próximo e para animar que tal uma super promoção? No dia 01/08 o Blog divulga as condições de participação e prêmios. Aguarde !

História da máscara



Esse adereço usado para enfeitar ou esconder o rosto permanece na humanidade há muitos e muitos séculos. Cada civilização utiliza esses acessórios, desde a antiguidade, por razões diferentes, de acordo com seus costumes e religiões.


Na Grécia Antiga, por exemplo, os atores a colocavam para manifestar expressões de alegria, tristeza ou raiva. O objeto acompanhou o surgimento do teatro e marcou as manifestações culturais para sempre.


Em Veneza, a máscara simbolizava sempre felicidade. Feito de pluma, penas e brilhos, o acessório cobria somente a região dos olhos e dava um ar de requinte para as festas da realeza.


Na África, o adereço é bem mais simples. É tradição local produzir máscaras grandes, que ocupem o rosto todo, de madeira ou barro.


E no Brasil, os acessórios são mais usadas nos dias de Carnaval e em festas à fantasia, mas os índios da região do Amazonas a utilizam em suas cerimônias de casamento, nascimento ou morte. Os temas escolhidos, quase sempre, são animais como pássaros ou insetos.

A turma chaga na porta do labirinto de Creta.

 Dona Benta não permite que Narizinho troque a estatueta pela pulseira. A Cuca decide sair dando presentes para todo mundo. Emília e Pedrinho conseguem acertar a pergunta da Esfinge, Visconde erra mas ela não tem vontade de comê-lo então o deixa passar, o Heleno não consegue responder a pergunta que a fera lhe faz. Benta e Aspásia ensinam várias coisas à Narizinho sobre o teatro grego, a vovó do sítio conhece Sófocles. Emília manda Visconde dá a resposta do enigma ao Heleno, os quatro seguem a viagem. Tia Nastácia se assusta com o monstro que a prendeu mas ele prefere comer os bolinhos à ela. O Heleno avisa aos seus amigos que a Phidia exige um presente para responder as perguntas, Emília decide oferecer Visconde. Dona Benta é convidada para assistir a peça "Édipo rei" de Sófocles. A Cuca entrega os presentes da turma do sítio ao Tio Barnabé. A Phidia aceita Visconde e avisa: O trigo venceu a ferocidade do monstro de Guampa. Depois que se solta, Visconde e Emília descobrem que Tia Nastácia está nas garras do Minotauro, usando o pirlimpimpim a turma deixa o Heleno para trás e chaga na porta do labirinto de Creta.

sábado, 26 de julho de 2014

Vídeo

Dia da Avó – Dona Benta




“Devemos fazer o que nos parece mais certo, mais justo, mais conveniente. E para nos guiar temos a nossa razão e a nossa consciência” Dona Benta.
Dia 26 de julho é comemorado o dia da avó e o Mundo do Sítio resolveu fazer uma homenagem para a vovó mais querida do Brasil, a Dona Benta. 
Você sabia que o seu nome completo é Benta Encerrabodes de Oliveira? Ela é a dona do Sítio do Pica Pau Amarelo e é querida por todos.
“A Dona Benta é muito importante no sítio, ela acredita nos netos e valoriza a capacidade de cada um deles. É uma avó acolhedora, que conta histórias, que participa, respeita e embarca na fantasia junto com os netos”, afirmou a escritora Sônia Maria Travassos.


Para o escrito Claudio Fragata, a Dona Benta é a avó de todos nós. “Ela faz esse papel de uma avó que todo mundo queria ter. Representa a ordem, mas por outro lado, ela dá valor à liberdade, é sábia e muito afetiva. A Dona Benta incentiva todas as aventuras do Pedrinho e da Narizinho e muitas vezes, acaba participando junto com eles”, disse o escritor.


E o que você mais gosta na Dona Benta? Conta pra gente =)

Ariano Suassuna fala sobre o novo livro, morte e legado

 Morreu nesta Quarta-feira (23/07) o escritor paraibano Ariano Suassuna aos 87 anos. Confira agora uma entrevista dado por ele ao Diário de Pernambuco em 2013 aonde ele fala entre outras coisas sobre a influência de Monteiro Lobato na sua infância.

O senhor se considera um cânone da literatura brasileira?
Eu sou escritor. O escritor convencido, além de antipático, é um indecente. Acho que só se pode avaliar o valor de um escritor muito tempo depois da morte dele.

Será que o senhor pode antecipar algo sobre a obra na qual está trabalhando atualmente?
Eu não posso dizer muito, pois minha editora pediu para eu não falar demais (risos). É um livro onde tento unir teatro, poesia e romance. Sou mais conhecido como dramaturgo, por causa do Auto da compadecida, menos conhecido como romancista e menos ainda como poeta. Mas, dou muita importância à poesia que faço. Ela é a fonte de tudo que escrevo. Outra coisa que posso antecipar é o título: O jumento sedutor.

Alguma razão especial para o título? É uma homenagem ao livro de um grande escritor que viveu ali pelo século 2: (Lúcio) Apuleio. Ele tem um livro que eu gosto muito, O asno de ouro.

O senhor sempre cita as definições sobre o “cômico” feitas por Kant, Aristóteles e Freud. Qual a sua definição?
Eu não lembro. Está escrita, mas eu me esqueci. Lembro deles, mas a minha mesmo não recordo (risos). Sei que a minha definição tenta fundir aquilo que Kant, Aristóteles, Freud e Bergson disseram. Se eu estivesse com meu livro de estética em mãos, eu te diria.

De que o senhor tinha medo quando criança? Algum personagem, alguma história te assustava?
Não tinha medo não. Sempre tive mais medo de gente do que de fantasma. A minha mãe nos contava essas crendices, mas eu nunca levei muito a sério não. Inclusive, há um desses personagens que sempre achei excepcionalmente cômico, talvez por causa de Monteiro Lobato, que levava esse tipo de coisa na graça também. Eu era um bom estudante, tirava boas notas, gostava muito de ler e minha mãe comprou para mim a obra completa de Monteiro Lobato. Passei então a achar graça de um bicho de suas histórias, a mula sem cabeça, que solta fogo pelas ventas (risos).

Consegue traçar um paralelo entre o seu trabalho e o de Monteiro Lobato?
Emília representa para Lobato o que João Grilo representa para mim. Isso de levar as coisas na brincadeira, na graça, no ridículo. A primeira vez que fui a São Paulo foi em 1948. Eu tinha 20 anos. Estava numa livraria, quando vejo do outro lado Monteiro Lobato! Devo ter feito uma cara de tal espanto, que ele próprio veio até mim e disse: “Boa tarde”. E não me ocorreu coisa nenhuma se não responder: “Boa tarde!” (risos). Em julho daquele ano, ele morreu. E eu perdi a oportunidade de falar com meu ídolo.

Auto da compadecida é sua obra mais conhecida, como o senhor mesmo atesta. O que a difere das demais?
Acho que foi a televisão. Olha, o número de pessoas que assistiu, mas que nunca leu, é enorme (risos). Ontem (na aula-espetáculo na Caixa Cultura, 27 de junho), por exemplo, conheci um menino de 12 anos, chamado Nathanael. Ele disse que me admirava desde muito menino e que tomou conhecimento do Auto da compadecida na escola. Segundo ele, a melhor parte era da “cadela da mulher do padeiro”. Foi quando percebi que ele não tinha nem lido, nem visto a peça, já que originalmente era um cachorro. Cadela foi criação dos diretores.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Bis!: Veja vídeo de Zilka Sallaberry exibido em 1986 pelo Fantástico

















A atriz Zilka Salaberry atuou nas telas e no teatro durante mais de sete décadas. Trabalhou com grandes nomes, como Alda Garrido e Dercy Gonçalves. Nos cinemas, teve sua estreia no filme “Cidade-Mulher”, dirigido por Humberto Mauro em 1936.
 No entanto, foi a televisão que lhe rendeu seus personagens mais conhecidos. Durante dez anos, fez parte do elenco de “Teatrinho Trol”, na TV Tupi. Depois, ganhou o papel mais marcante de sua carreia: Dona Benta, em “O Sítio do Pica-Pau Amarelo”. Um ano depois de sua morte, em 2005, o Centro de Pesquisa e Estudo do Teatro Infantil criou o Prêmio Zilka Salaberry de Teatro Infantil, hoje em sua 7ª edição. O objetivo é premiar as produções voltadas para o público infanto-juvenil que se destacam durante o ano.
No vídeo, Zilka protagoniza um teleteatro exibido em 1986 pelo "Fantástico", numa história que fala sobre a gula, um dos sete pecados capitais.